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O evangelho econômico de Angela Merkel

O evangelho econômico de Angela Merkel

 

merkelobamaE as consequências das eleições na Grã-Bretanha e da visita do primeiro-ministro britânico, David Cameron, à Alemanha não tardaram a surgir revelando, o segredo de polichinelo: a economia da União Européia – e, por tabela, do Continente Europeu – o evoluirá em duas velocidades. Uma do Grupo do Norte, liderado pela Alemanha, com França, Holanda e mais alguns poucos devidamente doutrinados, e outra com todos os preguiçosos e vagabundos do Sul Europeu e talvez mais alguns.

Sigmar Gabriel, vice-chanceler da Alemanha (social-democrata) e ministro de Economia da Alemanha assumiu o encargo de ser o divulgador do evangelho da economia “uma Europa de duas velocidades de autoria da chanceler Angela Merkel, cuja força-motriz será a Alemanha coadjuvada pela França, porque não podem todos os países fazer tudo simultaneamente”.

No texto comunicado publicado pelo jornal alemão Bild, o vice-chanceler comenta que “uma UE forte precisa de países que caminham à frente”. O vice Gabriel sustenta que “não podem os 28 (refere-se aos 28 empoados líderes da UE) atuarem simultaneamente e de forma comum. Determinados países, principalmente a França e a Alemanha, devem assumir a liderança. Já os demais podem acompanhar quando estiverem prontos, não precisa todos participarem em tudo”, esclareceu.

Como exemplo de setores de aprofundamento, o alemão vice-chanceler apontou as políticas econômica, energética e fiscal e, sem ficar vermelho, sentenciou: “Existe necessidade de reformas que tenham como alvo tornar a Europa mais justa socialmente”. (Mary Stssinákis – Monitor Mercantil)

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