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Há dez anos da morte de Álvaro Cunhal

Há dez anos da morte de Álvaro Cunhal

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O histórico resistente antifascista foi líder comunista quase 30 anos, entre 1961 e 1992, e sucedido por Carlos Carvalhas.

Passaram já dez anos desde o dia de Santo António que ficou marcado pela morte Álvaro Cunhal, a 13 de junho de 2005, tinha o histórico líder comunista 91 anos.

Dois dias depois, em dia do cortejo fúnebre, 15 de junho, foi declarado dia de luto nacional, mas, entre cravos e bandeiras, foi a cor vermelha que mais se viu nas ruas de Lisboa quando milhares de pessoas seguiram o cortejo durante duas horas desde a avenida da Liberdade até ao cemitério do Alto de São João.

O corpo de Cunhal foi transportado em ombros, numa urna coberta com a bandeira do PCP, até chegar ao crematório, sob gritos de “a luta continua”. Na despedida final ouviu-se “A Internacional”, o hino português e “Grândola, vila morena”.

Cunhal, que passou 15 anos em prisões do Estado Novo e outros tantos na clandestinidade, formou-se em Direito, mas também se destacou como artista plástico e literário, sob o pseudónimo de Manuel Tiago, além de numerosos escritos teóricos do marxismo-leninismo.

Depois da emblemática fuga da cadeia do forte de Peniche em 1960, Álvaro Barreirinhas Cunhal passou largos anos no estrangeiro e só voltou a solo português dias depois do 25 de Abril de 1974. Tomou posse como ministro sem pasta do I Governo provisório, em 15 de maio, uma situação repetida noutros três executivos. (Notícias do Mundo)

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