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Congresso da PIT-CNT (Uruguai) repudia bloqueio dos EUA contra Cuba

Congresso da PIT-CNT (Uruguai) repudia bloqueio dos EUA contra Cuba

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(Prensa Latina) Delegados de vários países, convidados ao XII Congresso da central sindical uruguaia PIT-CNT, reivindicaram hoje o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba.

Além disso, exigiram a retirada da base militar estadunidense de Guantánamo, Cuba.

No Foro Internacional sobre “Liberdade Sindical, Direito de Greve e Negociação Coletiva” cumprimentaram também o regresso a Cuba dos cinco antiterroristas depois de longas condenações em prisões estadunidenses.

Consideraram também o processo de restauração de relações diplomáticas entre Cuba e Estados Unidos como uma meta importante na história de nossa América.

Por outro lado, denunciaram as tentativas de desestabilização de setores políticos de direita em vários países da região, e citaram as ameaças de Washington contra o processo bolivariano da Venezuela.

Destacaram que a grande burguesia venezuelana, aliada aos Estados Unidos, realiza “ações que não têm limites e priorizam seus interesses acima dos interesses do povo”.

Os representantes internacionais presentes, de diferentes centrais sindicais do mundo, manifestamos nosso repúdio a este tipo de ação e oferecemos toda nossa solidariedade com o povo venezuelano, acrescentaram.

Além disso, reafirmaram seu apoio ao processo de paz na Colômbia, à retirada dos Capacetes Azuis do Haiti, à soberania argentina sobre as ilhas Malvinas, a uma saída ao mar para a Bolívia e à independência de Porto Rico.

Também exigiram a retirada das bases militares estrangeiras da América Latina e respeito à autodeterminação dos povos, entre outras demandas.

Em outra ordem, na declaração final, denunciaram que Washington “continua tentando seduzir os governos latino-americanos com novos tratados de livre comércio encobertos”.

Citaram, entre outros exemplos, o acordo internacional sobre serviços (TISA, por suas siglas em inglês), que tem como fim a desregulamentação de mercados e a liberalização do comércio e investimentos no setor de serviços.

A esse respeito, exigiram aos governos fortalecer o papel do Estado em setores estratégicos da economia, contra as políticas neoliberais e os interesses das empresas multinacionais.

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