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Wall Street Journal é citado em ação por crime contra a honra Diosdado Cabello-Rondón

Wall Street Journal é citado em ação por crime contra a honra Diosdado Cabello-Rondón

As empresas controladoras do jornal The Wall Street Journal, Dow Jones & Company, Inc. e News Corp., foram intimadas nesta semana em uma ação fundada em crime contra a honra promovida por Diosdado Cabello-Rondón, um político venezuelano de alto escalão que alega ter sido difamado em um artigo do jornal publicado no dia 18 de abril que o relacionava com o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Cabello, vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela atualmente no poder e o presidente interino do país durante um golpe de estado mal sucedido em 2002, argumenta que o artigo “Autoridades venezuelanas suspeitas de transformar o país no centro global da cocaína” usou fontes anônimas para afirmar incorretamente que ele era o “principal alvo” de uma investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A ação afirma que as alegações que o relacionam com o lançamento de uma grande remessa de cocaína da península de Paraguaná na Venezuela são falsas e difamatórias.

“Os réus não obtiveram nenhuma informação sobre o alegado envolvimento de Cabello em tal remessa de ninguém envolvido em uma investigação oficial”, diz Elio Perez, o advogado de Cabello.

Além disso, disse Perez, o artigo do The Wall Street Journal, subtitulado “Os EUA têm como alvo da investigação a autoridade Número 2 Diosdado Cabello, vários outros, na suspeita de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro” gerou um “tsunami” de republicações de alegações caluniosas por vários canais dos Estados Unidos e internacionais.

“Cabello é um eminente politico venezuelano e líder militar que serviu seu país e seu povo fielmente por décadas”, disse Perez. “As alegações de seu envolvimento com crimes sérios são irresponsáveis, incorretas e prejudiciais para sua profissão como autoridade pública.”

A ação afirma que Dow Jones e News Corp. fizeram declarações com malícia intencional, “com conhecimento de que as declarações eram falsas ou desconsiderando irresponsavelmente o fato de essas declarações serem falsas ou não”. Afirma ainda que as inverdades alegadas não se relacionam com os papéis oficiais assumidos por Cabello na Venezuela e equivalem a “no mínimo negligência”.

Fonte: Elio Perez Law Offices

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