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A face degenerada da Operação Lava Jato a serviço da plutocracia golpista

A denúncia de que Edson Paulo Fanton opera clandestinamente uma instituição financeira ligada a agência Mossak Fonseca (a qual está ligado o triplex da Globo), do Panamá, é uma retaliação às denúncias de seu parente de primeiro grau, o delgado Mário Renato Castanheira Fanton, sobre irregularidades da cúpula de delegados da força-tarefa do juiz Sérgio Moro. Ao mesmo tempo, a Lava Jato desencadeia mais uma ofensiva contra o vice almirante Othon Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclear, na operação de ataque ao sistema de defesa do país, manobras claras para manter o clima golpista que vai consolidando o poder da plutocracia (gente ligada ao poder do dinheiro).

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