Jornalismo, história, reportagens, opiniões

Osvaldo Bertolino é jornalista, historiador e escritor, com uma trajetória dedicada ao jornalismo, à pesquisa histórica, à reportagem e à análise política e social. Nascido em Maringá (PR), em 1962, atuou como diretor de imprensa do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, editor de economia do Portal Vermelho e editor do Portal Grabois, além de ter trabalhado em assessorias de imprensa da Câmara Municipal de São Paulo, da CUT e da CTB.

Sua produção literária é marcada pela pesquisa documental, pela reportagem histórica e pela reconstrução de trajetórias políticas e sociais brasileiras. Entre seus livros estão Testamento de luta — a vida de Carlos Danielli (2002); Maurício Grabois — uma vida de combates (2004, com segunda edição em 2012); Pedro Pomar — ideias e batalhas (2013); Amar e mudar as coisas — trinta anos da UJS (2014); Vital Nolasco — vale a pena lutar (2016); Aurélio Peres — vida, fé e luta (2018); Da CUT à CTB — a evolução do movimento sindical desde a década de 1970 (2021); Guerrilha do Araguaia — verdades, fatos e histórias (2021); Rio Vermelho — raízes potiguares do Brasil democrático e progressista (2022); Tom — fé e luta pelo socialismo (2022); Jango — o outro lado da notícia (2023); Péricles de Souza — uma vida, uma luta (2024); e Renato Rabelo — vida, ideias e rumos (2025).

Também participou de obras coletivas, entre elas 100 Anos da Revolução Russa — Legados e Lições (2017), em coautoria/organização com Adalberto Monteiro, e trabalhos editoriais relacionados à memória histórica e política brasileira.

Em sua obra, biografia, reportagem e história se encontram para reconstruir personagens, acontecimentos e processos que atravessaram a vida política e social do Brasil. O jornalismo aparece tanto como método de investigação quanto como forma de narrativa, enquanto a opinião se manifesta na interpretação dos fatos e na análise crítica do presente.

Atualmente, Bertolino trabalha no projeto Operação Médici — a caçada a um ditador implacável, concebido como romance-reportagem sobre o governo Emílio Garrastazu Médici, a repressão política, a geopolítica da ditadura militar e as origens da articulação repressiva que desembocaria no Plano Condor. O projeto está em fase de pesquisa e viabilização para publicação.

Assim, sua trajetória reúne quatro campos que se cruzam permanentemente: jornalismo, história, reportagem e opinião — uma produção voltada à investigação do passado, à recuperação da memória e à interpretação dos acontecimentos políticos e sociais brasileiros.

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