Documentos revelados em setembro mostram que o governo Trump apresentou, em 2025, exigências ao Brasil que incluíam garantias sobre a participação de “dissidentes políticos” nas eleições de 2026. Esse conluio com a candidatura de Flávio Bolsonaro explica por que a mídia esconde a campanha de Lula, que colocou no centro propostas como fim da escala 6×1, soberania sobre minerais estratégicos, regulação das redes, distribuição de renda, emprego e ampliação de direitos sociais.
Isso abre caminho para a articulação trumpista em favor de Flávio Bolsonaro ocupam o centro do noticiário. O governo Lula monitora quatro frentes de possível influência norte-americana, incluindo manifestações de Donald Trump e Marco Rubio, impulsionamento de perfis, financiamento e contatos com influenciadores, os bandos das redes sociais e das igrejas bolsonaristas e lavajatistas.
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